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Análise da pintura “A Página em Branco” de René Magritte – Luís Soares

LARGO DA ASSUNÇÃO, 3E 4/2750-298 CASCAIS

Análise da pintura “A Página em Branco” de René Magritte

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A ordem geométrica racional da Composição VIII é um oposto polar da Composição VII (1913). Pintado enquanto lecionava na Bauhaus, este trabalho ilustra como Kandinsky sintetizou elementos do suprematismo, construtivismo e o próprio estilo da escola. Ao combinar aspectos de todos os três movimentos, ele chegou aos planos de cor e à qualidade clara e linear vista neste trabalho. A forma, ao contrário da cor, estruturou a pintura em um equilíbrio dinâmico que pulsa pela tela. Este trabalho é uma expressão das ideias de Kandinsky sobre arte moderna e não objetiva, principalmente o significado de formas como triângulos, círculos e qAo colocar um círculo brilhante estrategicamente no centro superior da composição, Magritte brinca com a imaginação do espectador. O círculo brilhante flutua no céu noturno, mas aparece na frente de um galho de árvore, sugerindo que é de fato uma fruta madura e não uma lua cheia. Magritte cria uma figura com dupla identidade: dependendo da percepção do espectador, o círculo brilhante serve diferentes funções. Magritte equilibra lindamente essa composição em camadas, colocando uma cidade na parte inferior da composição e o galho de árvore no topo. O trabalho transmite uma sensação de calma silenciosa, como se o espectador quase pudesse ouvir os grilos cantando na calada da noite.
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