
Tapices, telhas, esculturas … obras que vão do expressionismo ao pós-cubismo, da realidade distorcida à abstração.
Projetos que mostram uma combinação de motivos e origem: inspiração africana no animismo das figuras e na ingenuidade de abordagens e aparência e também incidência do caráter mediterrâneo, elaborado, sensual, refinado, no qual há ansiedades de progresso e influenciar a influência a busca da vida.

Trabalho fresco, direto e pessoal. Produto de seu caráter independente, Amante da liberdade e cor. Cor tratada como uma entidade, como uma personalidade.

Em resumo, os estofados e ladrilhos de Luís Soares podem ser definidos como NEIFs em seu contexto mais íntimo, abstrato em sua definição, cubistas no nível de formas, expressionistas em sua preparação e tremendamente típico, pessoal e único.
La Ventana del Arte
Jornal A Coruña – Galiza – Espanha